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TERRA MOLHADA

PROMESSA DE FRUTOS MADUROS, DE ABUNDANTES COLHEITAS... BÊNÇÃO DAS PRIMEIRAS CHUVAS DE VERÃO... DOCE PERFUME DE TERRA MOLHADA...

TERRA MOLHADA

PROMESSA DE FRUTOS MADUROS, DE ABUNDANTES COLHEITAS... BÊNÇÃO DAS PRIMEIRAS CHUVAS DE VERÃO... DOCE PERFUME DE TERRA MOLHADA...

OLHARES...

Vejo-te finalmente – no sentido literal!

E isso é bom, porque significa que finalmente o “nevoeiro” que me toldou a visão fazendo com que me parecesses difusa e distante – apesar do tom doce e quente da tua voz e do calor que o teu corpo irradia me garantirem que estiveste sempre aqui bem próxima – começa a dispersar...

Eu sei que há muitas formas de ver! Eu sei que também “vemos” com os outros sentidos! Eu sei que não precisamos de “ver” as aves na copa das árvores, ou o azul do céu, ou o marulhar das águas do Leça, para saber que estão ali! Mas a verdade, é que desta vez me senti algo limitado – se calhar, porque a opção de fechar os olhos para “ver melhor” como tantas vezes faço, não foi minha…

E agora que tudo regressa lentamente aos "parâmetros de fábrica" e em que me restituem de novo o livre arbítrio para poder optar pela melhor maneira de te "ver", começo a perceber finalmente, como às vezes nos dispersamos demasiado, cansando demasiado os olhos com coisas demasiado supérfluas, em vez de nos concentrarmos no essencial, no que vale de facto a pena “ser visto”!