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TERRA MOLHADA

PROMESSA DE FRUTOS MADUROS, DE ABUNDANTES COLHEITAS... BÊNÇÃO DAS PRIMEIRAS CHUVAS DE VERÃO... DOCE PERFUME DE TERRA MOLHADA...

TERRA MOLHADA

PROMESSA DE FRUTOS MADUROS, DE ABUNDANTES COLHEITAS... BÊNÇÃO DAS PRIMEIRAS CHUVAS DE VERÃO... DOCE PERFUME DE TERRA MOLHADA...

MOMENTO ÍNTIMO...

Amor dor amor prazer

Dor de te não ter

Por auto imposição

Por abdicação

Prazer

Se às convenções disser não

Se escolher a emoção

Amor dividido

Entre o amor proibido

E o que nos é permitido

No contrato promessa

Assumido na pressa

De fotógrafos apressados

Da gula dos convidados

Mas amor que fosse

Naquela modorra doce

De mel apelidada

Onde a lua é invocada

Inevitável

A geometria variável

Do coração

Aos costumes dirá não

Reconquistarei o passado

Ou presente adiado

E juro

Que o farei futuro

Sem fotógrafos apressados

Nem gula nem convidados

Amor prazer

Por te voltar a ter


Breve desresponsabilização (citando um fragmento de Autopsicografia de Fernando Pessoa):

 

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

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